Deputado Federal Antônio Palocci
Todas as Edições
Cadastre seu e-mail e
receba informações sobre
a atuação do deputado
 
Concorrência em pauta
O Globo
16/05/2010

Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
Leia mais
Nova oportunidade para a América Latina
O Globo
21/03/2010

Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
Leia mais
Sobre Formigas e Cigarras
Leia mais
Reforma do Estado e os
Municípios
Leia mais
Dando a Volta por Cima
Leia mais
 
 
 

A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010

 A PARTIR do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais. Naquele ano, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados. Registre-se que a Pnad inclui os autônomos como informais.

Esse é um sinal sem paralelo da melhora do tecido econômico brasileiro nos últimos anos. Entender suas causas nos ajuda a valorizar políticas corretas e ampliá-las, colhendo os melhores frutos da melhoria do ambiente de negócios.

O crescimento econômico é, sem dúvida, um dos fatores explicativos.

Mas não é suficiente, como mostra nossa história recente. A década de 1970, do chamado "milagre brasileiro", cujos patamares de crescimento per capita são semelhantes aos dos anos mais recentes, foram também os de expansão das relações comerciais e de trabalho informais, quando o sem nota, o vale e o trabalho sem ficha eram a regra.

De fato, vários outros fatores têm contribuído para o avanço da formalização de empresas e empregos.

A ampliação do esforço exportador, que permitiu às empresas sobreviverem à crise econômica de 2002, expondo nossa produção ao mercado mundial, ampliou a formalização dos negócios. Ninguém exporta na informalidade.

A modernização acelerada do mercado de capitais também contribuiu de maneira importante. A redução da tributação sobre a renda variável, as importantes mudanças estruturais de nossas Bolsas de Valores, além da legislação, que permitiu a criação de novos títulos no setor bancário, agrícola e imobiliário, tudo isso incentivou um grande número de empresas a buscar, no mercado de capitais, novos e volumosos recursos para seus investimentos.

Aqui é notável a ampla formalização do setor imobiliário e de frigoríficos, entre tantos outros. De novo, ninguém vai ao mercado de capitais na informalidade.

O acesso ao crédito de melhor qualidade e de menor custo tem também a sua parte nessa dinâmica de formalização. Isso vale para as empresas e para os trabalhadores.

A instituição do crédito consignado gestou, em 2003, um novo mercado de empréstimos de baixo risco e de grande importância na ampliação da capacidade de consumo dos assalariados, o que elevou as pressões pela formalização das relações de trabalho.

A melhoria dos sistemas de fiscalização também conta de maneira decisiva, tanto no setor trabalhista como no previdenciário e no tributário. Mais recentemente, a nota fiscal eletrônica tem sido um fator importante. Sua expansão prevista para os próximos anos dará um grande salto na formalização da economia.

Vale destacar também iniciativas de redução e simplificação de recolhimento de tributos como a nova Lei Geral da Micro e Pequena Empresas, mecanismo para o qual se inscrevem voluntariamente 1,2 milhão de empresas por ano desde 2007.

Também merece destaque para as pequenas atividades a recente legislação do Microempreendedor Individual, que teve 371 mil adesões desde julho de 2009. A tributação se restringe praticamente aos custos previdenciários, numa iniciativa que propicia a inclusão previdenciária para um contingente de milhões de trabalhadores informais com pequenos negócios familiares.

Finalmente, é preciso reconhecer o grande alcance de mudanças institucionais localizadas e bem desenhadas sobre o ambiente econômico e a formalização. Reformas incrementais nos tributos, na regulação e na supervisão do mercado de capitais, nos sistemas de garantia para o crédito, entre outras, sugerem-nos quais os dispositivos a serem permanentemente acionados para o aperfeiçoamento, tanto das regras como da conduta dos atores econômicos, sejam eles trabalhadores, empresários ou agentes públicos.

ANTÔNIO PALOCCI FILHO, 49, deputado federal (PT-SP) e ex-ministro da Fazenda, escreve mensalmente, aos domingos, neste espaço.


 
A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010

A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
Leia mais
Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010

O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
Leia mais
Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010

O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
Leia mais
PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010

A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
Leia mais
Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010

A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
Leia mais
 
Copyright 2007