Deputado Federal Antônio Palocci
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Concorrência em pauta
O Globo
16/05/2010

Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo
21/03/2010

Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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Indústria de SP amplia uso de capacidade e já retoma nível pré-crise
Valor Econômico
28/04/2010

A indústria paulista aumentou a utilização das fábricas em 18,2% nos primeiros três meses deste ano, sobre igual período do ano passado. Com isso, obteve o resultado mais expressivo da série histórica da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), iniciada em junho de 2001. A forte elevação da produção e dos investimentos, a partir de meados do ano passado, permitiu à indústria retornar ao patamar de produção do pré-crise. Segundo estimativas de economistas consultados pelo Valor, o nível de setembro de 2008, auge antes da explosão das turbulências mundiais, será alcançado agora em abril.

O nível de uso da capacidade instalada (Nuci) da indústria paulista alcançou 81,3% no mês passado, sem ajuste sazonal, acima dos 76,4% registrados em fevereiro, iniciando o segundo trimestre apenas 0,9% abaixo do patamar máximo. Os dados do primeiro trimestre, na comparação anual, foram influenciados pela base rebaixada, uma vez que a atividade passava por recessão nos primeiros três meses de 2009 - quando o PIB caiu 0,9% frente ao último trimestre de 2008. A recuperação dos investimentos, puxados por consecutivas altas do consumo das famílias, ocorreu juntamente como o incremento da produção e da contratação de mão de obra.

Segundo a Fiesp, 11 dos 17 setores pesquisados já atingiram os patamares de atividade apurados antes da crise global. Setores como têxteis, artigos de borracha e plástico, e minerais não metálicos lideraram a alta entre fevereiro e março - 19,4%, 6,9% e 10,7%, respectivamente. Para Paulo Francini, diretor do departamento de estudos econômicas da entidade, a indústria tem todas as condições de atender ao aumento da demanda sem provocar pressão nos preços. "As empresas são como cães farejadores. Estão atentas ao que pode acontecer no futuro, porque não querem perder dinheiro e mercado. Além disso, não há nenhum indicativo de que esteja faltando produtos. Todas as fábricas estão abastecendo e sendo abastecidas de forma regular", afirmou.

O aumento da demanda interna, no entanto, preocupa os economistas. Segundo analistas, a indústria "corre atrás" do consumo e a ampliação dos investimentos não é capaz de elevar a capacidade instalada ainda em 2010. "No curto prazo, com a demanda pressionada do jeito que está, é fácil ampliar a produção, utilizando a capacidade represada no momento de crise. Os investimentos estão sendo feitos, mas demoram para maturar", afirma André Lóes, economista-chefe do HSBC.

Lóes avalia que o crescimento do consumo das famílias não perderá força até o fim do ano, convivendo, portanto, com a retomada dos investimentos. "Investimento, num primeiro momento, é demanda. O empresário procura máquinas, pessoal, insumos, demandando mais produção de diferentes setores e segmentos. Ao mesmo tempo, as famílias continuam com grande disposição para gastar, aproveitando também a concessão de crédito."

O economista Cristiano Souza, do Santander, estima que o tempo de maturação dos investimentos é de, em média, 17 meses. Assim, os investimentos realizados nos dois últimos trimestres do ano passado - quando a taxa se ampliou na faixa dos 6,5% por trimestre - só serão traduzidos em aumento da capacidade instalada em meados de 2011.

Dessa forma, raciocina Souza, os investimentos realizados neste ano não garantirão refresco na produção industrial. "Por isso, o Banco Central precisa responder com forte elevação das taxas de juros, para evitar que a demanda fique muito à frente da oferta", diz Souza, para quem a Selic fechará 2010 em 12% ao ano - até hoje, a Selic está fixada em 8,75% ao ano.

João Villaverde e Fernando Taquari

 
A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010

A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010

O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010

O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010

A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010

A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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