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Concorrência em pauta
O Globo 16/05/2010
Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo 21/03/2010
Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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Câmara quer ampliar desoneração do livro Agência Brasil Que Lê 29/03/2010
O projeto de lei do deputado federal Antônio Palocci (PT-SP) que estende a desoneração fiscal do livro às micros e pequenas editoras, livrarias e distribuidoras que são optantes do Simples foi aprovado na quarta-feira, 24/3, na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. Com isso, todas as empresas do setor terão alíquota zero no Pis e Cofins. As empresas que recolhem com base no lucro real ou presumido já são beneficiadas desde 2004, quando Palocci era ministro da Fazenda.
A matéria já tinha sido aprovada na Comissão de Desenvolvimento Econômico e agora segue direto para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Se for aprovada, segue para o Senado. “Estamos trabalhando para que o trâmite seja acelerado para que ela seja convertida em lei em breve”, afirmou o diretor do Observatório do Livro e da Leitura, Galeno Amorim, que elaborou a proposta e tem trabalhado no Congresso por sua aprovação.
O último levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (FIPE), divulgado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) em 2009, mostra que o mercado livreiro enfrenta dificuldades. Os números revelam que o preço médio do livro (todos os gêneros), por unidade vendida, caiu de R$ 8,58 em 2004 para R$ 8,00 em 2008. No mesmo período, a inflação acumulada foi de 14% (IPCA) ou de 21% (IGP-M). O mesmo estudo aponta que a produção sofreu queda de 3,17%. Em 2008 o setor faturou R$ 3,3 bilhões.
“Desonerar totalmente o livro é essencial para ajudar a promover a leitura, a bibliodiversidade e, principalmente, apoiar os pequenos editores e livreiros”, defende Galeno, que coordenou o projeto de desoneração do setor em 2004. Segundo ele, os pequenos empresários do setor do livro costumam enfrentar pesadas dificuldades para se manter no mercado e ainda é grande o número de pequenas livrarias e editoras que fecham as portas todos os anos.
O projeto de lei apresentado por Palocci tem o apoio da CBL, Liga Brasileira das Editoras (Libre), Associação Nacional das Livrarias (ANL), Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL) e Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).
Conheça o Projeto de Lei na íntegra.
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A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010
A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010
O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010
O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010
A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010
A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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