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Concorrência em pauta
O Globo 16/05/2010
Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo 21/03/2010
Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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Desempenho do PIB supera o de nações desenvolvidas Valor Online 11/03/2010
O crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no quarto trimestre do ano passado mostra uma recuperação da economia brasileira depois do impacto da crise internacional no país. No ano, a economia nacional recuou 0,2%, o que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) considerou "crescimento nulo", enquanto outras economias apresentaram resultados bem mais decepcionantes.
"Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. Porque União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil " , frisou Rebeca Palis, gerente de contas trimestrais do IBGE, lembrando que resultados já divulgados apontam para retrocessos de 2,4% na economia americana, de 2,6% no Canadá, de 4% na zona do euro, de 4,1% na União Europeia e de 7,9% na Rússia.
Embora tenha evitado afirmar se o resultado do quarto trimestre mostra que o Brasil superou a crise internacional, Rebeca ressaltou que o ano começou em um ritmo lento e terminou com uma trajetória mais acelerada de avanço da economia. Enquanto o resultado do primeiro semestre, comparado com igual período do ano anterior, mostra uma queda de 1,9% no PIB do país, os últimos seis meses de 2009 apontam para uma alta de 1,5%.
" Tem um crescimento realmente efetivo. Olhando na série com ajuste sazonal, a gente vê um crescimento do quarto em relação ao terceiro trimestre ", diz Rebeca.
Do lado da produção, a indústria puxou a alta de 2% no quarto trimestre na série com ajuste sazonal. A economista do IBGE lembrou que o cenário do fim do ano passado mostrava a recuperação dos setores que foram mais afetados pela crise internacional. A indústria terminou o período outubro-dezembro com alta de 4% frente aos três meses imediatamente anteriores.
Nos outros setores, a agropecuária fechou o trimestre sem variação, enquanto os serviços subiram 0,6%. Do lado da demanda, o consumo das famílias manteve a trajetória de alta, com crescimento de 1,9% frente ao terceiro trimestre, enquanto a formação bruta de capital fixo, equivalente aos investimentos na economia, cresceu 6,6%, mantendo o ritmo de alta de 6,7% registrado no terceiro trimestre. Já o consumo do governo subiu 0,6%, enquanto as exportações de bens e serviços avançaram 3,6% e a importação de bens e serviços aumentou 11,4%.
Rafael Rosas
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A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010
A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010
O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010
O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010
A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010
A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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