Deputado Federal Antônio Palocci
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Concorrência em pauta
O Globo
16/05/2010

Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo
21/03/2010

Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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Sobre Formigas e Cigarras
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O papel dos livros
O Globo
19/04/2009

Eis uma ótima notícia: o hábito da leitura tem crescido de forma consistente no Brasil! Estudo recente, que tem sido divulgado pelas entidades ligadas ao livro, atesta que os índices de leitura dos brasileiros acima de 15 anos e com pelo menos três anos de escolaridade dobraram entre 2000 e 2008 no país. Naquele ano, essa parcela da população lia 1,8 livro por ano, enquanto que no ano passado esse número saltou para 3,7 livros anuais.

De acordo com essa pesquisa - Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro e aplicada pelo Ibope, com metodologia internacional referendada pela Unesco - o índice nacional de leitura (toda a população brasileira acima de cinco anos, incluindo os analfabetos) chegou, em 2008, a 4,7 livros lidos por habitante/ano. Embora se saiba que ainda há muito que avançar nesse tema, não se pode deixar de reconhecer que esta é, de fato, uma evolução importante.

Interessante notar que, ainda segundo esses estudos, coordenados pelo Observatório do Livro e da Leitura, dois terços dos livros lidos no Brasil foram indicados pelas escolas.

Ao lado do trabalho dos professores, que têm um papel fundamental e são impor tantes influenciadores na formação dos novos leitores, em boa parte isso se deve ao enorme incentivo representado pelos programas sociais do livro e da leitura do governo.

Esses programas , que distribuíram 110 milhões de livros em 2000, têm previsão de distribuir, gratuitamente, 127 milhões de livros no ano em curso. Recentemente, o governo estendeu os programas para o ensino médio, a educação infantil, a educação de jovens e adultos e para as pessoas portadoras de necessidades especiais.

Por isso, os programas de aquisição de livros do Ministério da Educação do Brasil são reconhecidos e admirados no mundo inteiro.

Estudos internacionais abrangendo dezenas de países mostram a forte correlação existente entre a leitura e o acesso à informação e à educação com a taxa de crescimento de longo prazo desses países. Note-se que os resultados dessas pesquisas não se limitam a somente fazer uma defesa da educação em si mesma, o que, por sinal, já seria bastante meritório.

Mais do que isso, elas demonstram existir correlações claras entre esses fatores.

Também é interessante notar que alguns respeitados estudos, que recorreram a técnicas matemáticas mais sofisticadas para tentar compreender causas e efeitos de políticas públicas em diversas partes do planeta, acabaram por identificar a correlação que existe entre o maior acesso à informação e a melhora do nível de renda. No entanto, não se conseguiu demonstrar o mesmo efeito em sentido contrário.

Todos esses exemplos mostram que a questão do acesso a uma educação de qualidade e, particularmente, aos programas de livros e leitura no Brasil deve ser tratada como uma prioridade nacional. Os livros, que sabidamente têm um papel extraordinário no desenvolvimento do indivíduo, com reflexos tanto do ponto de vista pessoal como de sua própria dimensão cidadã, devem, portanto, ocupar lugar de destaque nos esforços para a construção de uma sociedade mais próspera e justa.

Entre os países desenvolvidos não há, por exemplo, um só caso de nação que tenha conseguido resolver os grandes problemas nacionais sem, antes, ter assegurado o pleno acesso de suas populações a boas escolas e aos livros. Isso inclui, naturalmente, a existência de uma rede de bibliotecas públicas de qualidade, e que seja considerada pelo Estado como um serviço público essencial ao bem-estar de sua população.

Já não há nenhuma dúvida que a qualidade do desenvolvimento social e econômico dos países e regiões será cada vez mais impactada pelos fatores educacionais e da informação. Na sociedade do conhecimento, esses fatores serão cada vez mais decisivos. Serão diferenciais importantes que transformarão vocações e capacidades em realizações duradouras para o benefício de toda a sociedade.

ANTÔNIO PALOCCI é deputado federal (PT-SP) e foi ministro da Fazenda


 
A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010

A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010

O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010

O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010

A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010

A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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