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Concorrência em pauta
O Globo 16/05/2010
Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo 21/03/2010
Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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A maior de todas as oportunidades IstoÉ Dinheiro 26/12/2007
Há, neste momento, dois fenômenos econômicos em curso que dizem muito a respeito do grau de estabilidade e maturidade da economia brasileira: o acesso das empresas ao mercado de capitais e o robusto crescimento do consumo das famílias.
O acesso ao mercado de capitais demonstra a confiança do empresário em planejar investimentos progressivos, acreditando no crescimento sustentável e de longo prazo. O investidor nacional e estrangeiro sustenta o processo, pois busca rentabilidade na economia real, sabendo que os títulos públicos já não pagam juros de crise.
O resultado desse movimento é a entrada de volumes enormes de recursos nas empresas, melhorando os padrões de governança, potencializando seus investimentos e formalizando suas atividades e a de seus fornecedores, bem como os empregos. E, ainda, aumentando a lucratividade e o pagamento de impostos.
O aumento do consumo das famílias é a outra face desta mesma moeda. Maior estabilidade, inflação baixa, aumento da renda real, crédito amplo e transferências de renda às famílias mais pobres garantem o acesso aos bens necessários. O mercado de consumo doméstico básico começa a ficar vigoroso em todas as regiões, em particular naquelas antes deprimidas, como é o caso de estados do Norte e Nordeste, que, hoje, começam a ser procurados por empresas da construção civil, alimentos, vestuário e turismo, entre outros.
Em cinco anos, o Brasil deixou para trás um risco-país de mais de 2.000 pontos para chegar muito perto do chamado grau de investimento. Não será surpresa se ele chegar a isso já em 2008.
No final de 2007, por conta da crise do sistema financeiro americano e internacional e pelas incertezas trazidas pela não renovação da CPMF, muitas dúvidas se colocaram sobre essa perspectiva tão positiva. Mas o fato é que a crise de crédito em curso encontrou um país muito mais forte para enfrentá-la. Em outras situações parecidas, no passado recente, era comum o Brasil afundar em crise, com reflexos importantes sobre a dívida pública e a renda das empresas e das famílias. Desta vez, os impactos da crise, embora existam e não sejam desprezíveis, estão fortemente mitigados por uma economia que segue crescendo.
No caso da não renovação da CPMF, a depender da resposta do governo sobre como enfrentar uma restrição nas suas próprias contas, a superação também poderá ocorrer com tranqüilidade. As declarações do ministro Guido Mantega e do próprio presidente Lula, garantindo que as metas fiscais não serão alteradas, são um ponto de partida de grande maturidade e responsabilidade.
Mas a melhora econômica destes últimos anos não se refletiu apenas no plano interno. O Brasil ampliou muito também sua interlocução no cenário internacional. E disso se deu tanto pela ação comercial e de investimento das empresas brasileiras – muitas das quais se tornaram empresas de porte mundial – como pela ação do governo, que passou a agir mais ativamente nos fóruns multilaterais.
Para a próxima década, essas mudanças farão toda a diferença. Num cenário em que a energia é o insumo mais crítico da economia mundial e a questão do aquecimento global passa a fazer parte da pauta em todas as regiões do planeta, o Brasil pode se apresentar como parceiro para as melhores soluções. Por possuir uma reserva florestal do porte da Amazônia, e por ter desenvolvido, nos últimos 30 anos, a única alternativa economicamente viável aos combustíveis fósseis, o etanol de cana de açúcar.
O fato é que, nos últimos anos, o Brasil deixou para trás uma história de crises econômicas intermitentes. Inaugurou um novo período de estabilidade e crescimento, que tem tudo para se tornar longo e sustentável. Esta é uma janela de oportunidade que não pode ser perdida, em direção à construção de uma nação mais rica e mais justa.
Antônio Palocci é deputado federal (PT-SP) e ex-ministro da Fazenda
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A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010
A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010
O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010
O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010
A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010
A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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