|
|
 |
Concorrência em pauta
O Globo 16/05/2010
Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
Leia mais |
 |
Nova oportunidade para a América Latina
O Globo 21/03/2010
Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
Leia mais |
 |
|
|
|
|
| |
 |
|
| |
|
 |
| |
|
Ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci defende regulamentação definitiva Agência Brasil 31/10/2007
O ex-ministro da Fazenda e atual deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) defendeu hoje (31) que o Congresso adote uma solução definitiva para a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Ele participou de audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
"Depois de 11 anos de experiência, está na hora de definir se a CPMF vai ser extinta ou permanente, mas com valor menor. Se ela for estendida por mais quatro anos, o governo, seja qual for, vai tentar prorrogá-la de novo", argumentou o parlamentar.
Pessoalmente, Palocci declarou-se favorável à manutenção do imposto e afirmou que não existe problema moral em transformar um tributo provisório em permanente, desde que com discussões transparentes. "Na Inglaterra e na França, o imposto de renda surgiu como provisório", ressaltou. "Se construirmos um consenso de que a CPMF é um bom imposto, no âmbito de uma reforma tributária, não há problema em dizer isso ao país e definir uma alíquota adequada."
O ex-ministro da Fazenda avalia que a CPMF tem efeitos econômicos mais positivos do que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), por exemplo. Uma das vantagens, alega Palocci, é a dificuldade de sonegação por causa da cobrança automática nas transações financeiras: "Todo imposto praticamente não sonegado deixa de ter o efeito mais perverso possível, que é a introdução da concorrência desleal na economia. Se dez empresas pagam determinado imposto, e outras dez não pagam, isso provoca deformações, como ocorre com parte de nossos tributos".
Para o deputado, as reivindicações da sociedade pela redução da carga tributária são legítimas, mas só podem ser atendidas no longo prazo e acompanhadas de redução dos gastos públicos. "De forma geral, todos pensam hoje em propostas para aumentar gastos. Não é preciso fechar hospitais ou escolas, mas há muitos gastos em todos os níveis do serviço público [municipal, estadual ou federal] que podem ser reduzidos com ganhos em produtividade", destacou.
O petista considera que a discussão da prorrogação da CPMF no Senado será mais complexa do que na Câmara dos Deputados. "As posições aqui são mais polêmicas, mas pela responsabilidade dos senadores, não tenho receio de que saia uma decisão perigosa para as contas públicas e para o equilíbrio do país," concluiu Palocci.
Marco Antônio Soalheiro
|
|
 |
|
| |
|
 |
A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010
A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
Leia mais |
 |
Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010
O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
Leia mais |
 |
Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010
O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
Leia mais |
 |
|
|
 |
PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010
A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
Leia mais |
 |
Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010
A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
Leia mais |
 |
|
|
 |
| |
|