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Concorrência em pauta
O Globo 16/05/2010
Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo 21/03/2010
Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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Câmara prorroga CPMF O Globo 20/09/2007
Depois de cerca de 13 horas de discussão no plenário da Câmara, o governo conseguiu aprovar, no fim da noite de ontem, o texto base da proposta que prorroga a CPMF até 2011, com alíquota de 0,38%, e a Desvinculação de Receita da União (DRU), que permite ao governo gastar livremente 20% do Orçamento. O substitutivo do deputado Antonio Palocci (PT-SP) foi aprovado com 30 votos de margem: 338 votos a favor, 117 contra e duas abstenções. Como se trata de emenda constitucional, o governo precisava de pelo menos 308 votos, o equivalente a três quintos dos 513 deputados. O Planalto saiu vitorioso, mas o resultado mostrou que houve traições na base aliada, que soma 380 deputados.
Para dar segurança ao governo, a votação começou às 22h11m, mas o placar ficou aberto para o registro dos votos até às 23h27m. Apesar do resultado, a votação em primeiro turno da emenda constitucional que prorroga a CPMF ainda não terminou. Ainda precisam ser votados destaques e emendas ao texto, o que só deve ocorrer na próxima semana, embora uma nova sessão esteja marcada para hoje. Depois disso, a proposta ainda passa por mais um turno na Câmara e segue para o Senado, para outras duas votações. O governo tem pressa na aprovação porque a CPMF só vale até 31 de dezembro.
Para ajudar a conter a rebelião dentro do PMDB, ministros do partido foram à Câmara, como Reinhold Stephanes (Agricultura), que esteve no plenário cumprimentando deputados. Segundo parlamentares do PMDB, os ministros José Gomes Temporão (Saúde) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) também estiveram na Casa, mas foram mais discretos. O líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), se reuniu com vários parlamentares para conter rebeliões, principalmente da bancada de Minas, que pressiona para indicar o diretor internacional da Petrobras.
Segundo turno só ocorrerá em outubro Pouco depois das 22h, quando a oposição começava a ter esperança de que poderia vencer a votação, o líder Henrique Eduardo Alves entrou em plenário garantindo aos aliados que o PMDB daria 70 votos a favor da prorrogação do tributo. No partido, alguns votaram contra e outros não votaram, como Jader Barbalho (PMDB-PA).
O vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), disse que a votação foi uma vitória do governo e servirá para mostrar quem é aliado e quem não é fiel ao Planalto.
Segundo Beto Albuquerque, o segundo turno deve ocorrer somente na primeira semana de outubro. Para ser aprovada, uma emenda constitucional precisa passar por dois turnos de votações na Câmara e no Senado.
- Os Democratas estão contra essa chantagem - protestou o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), que liderou a oposição.
Após revogar três medidas provisórias para limpar a pauta da Câmara, o governo conseguiu iniciar ontem à noite a votação. O clima era de embate ferrenho entre deputados governistas e de oposição, além das pressões da base sobre o Planalto. A estimativa era que o PMDB, aliado que detém o maior número de cargos no governo, apresentaria uma dissidência de 15 votos, de uma bancada de 93.
Da tribuna, onde defendeu seu relatório pela prorrogação da CPMF, Antonio Palocci (PT-SP) alertou:
- Nenhum governo pode abrir mão de R$40 bilhões de um Orçamento de um ano para o outro.
Os líderes da base estimavam um placar de pelo menos 320 votos pela aprovação.
Mas o governo teve dificuldade de pôr aliados no plenário ao longo do dia, com o quórum passando de 400 deputados apenas no fim da tarde - o que foi interpretado como um sinal de que era preciso negociar.
Cristiane Jungblut
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A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010
A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010
O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010
O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010
A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010
A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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