Deputado Federal Antônio Palocci
Todas as Edições
Cadastre seu e-mail e
receba informações sobre
a atuação do deputado
 
Concorrência em pauta
O Globo
16/05/2010

Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
Leia mais
Nova oportunidade para a América Latina
O Globo
21/03/2010

Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
Leia mais
Sobre Formigas e Cigarras
Leia mais
Reforma do Estado e os
Municípios
Leia mais
Dando a Volta por Cima
Leia mais
 
 
 

Munição à base aliada
Correio Braziliense
12/09/2007

O governo entregará aos parlamentares da base aliada mais munição para garantir a aprovação da proposta de emenda constitucional que prevê a prorrogação da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Depois de distribuir documento sobre a importância do tributo para o financiamento das áreas da saúde, previdência e combate à pobreza, produzirá nota técnica com uma radiografia da carga tributária na gestão Lula.

O texto mostrará que o Fisco abriu mão de R$ 30 bilhões em impostos e contribuições entre 2003 e 2006. O valor resulta das desonerações realizadas, já descontados os aumentos de alíquota e a criação de tributos efetuados no mesmo período.

Com o argumento do "saldo positivo em favor do contribuinte", o governo espera rechaçar a alegação da oposição de que houve aumento da carga, o que justificaria, junto com os recordes de arrecadação, a extinção da CPMF.

Em uma sessão convocada ainda ontem à noite, o relator da proposta de renovação da CPMF, Antonio Palocci (PT-SP), apresentou o parecer na comissão especial da Câmara. O petista manteve praticamente na íntegra o projeto enviado pelo governo, que prorroga até 2011 a contribuição e a Desvinculação de Receitas da União (DRU). Para atender uma mudança exigida pela bancada da Saúde, porém, Palocci impôs limites à redução futura do tributo.

O relatório prevê que a alíquota de 0,38% do tributo só poderá ser reduzida pelo Congresso até 0,20%, o equivalente destinado à Saúde. O relator descartou compartilhar o tributo, como exigem os governadores. "O compartilhamento engendraria dependência e acarretaria, fatalmente, a perpetuação da CPMF", argumentou. A oposição ainda tentou, com manobras regimentais, evitar a apresentação do texto ontem, mas não obteve sucesso. A intenção dos governistas é votar o relatório ainda esta semana na comissão especial e no plenário da Câmara na próxima semana.

Reunião
Ontem, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), se reuniu com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para pedir um "abrandamento" da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Para o líder, uma sinalização do governo de que pretende amenizar o peso do tributo facilitaria um acordo para a aprovação da proposta de emenda constitucional que prorroga o tributo até o final de 2011. Mantega prometeu avaliar algumas opções, como a redução gradual da alíquota nos próximos anos. O compartilhamento de receitas com estados e municípios seria analisado apenas na reforma tributária.

"É importante construir uma alternativa ao relatório que possa indicar, inclusive no futuro, um abrandamento da cobrança da CPMF. Entendo que uma sinalização, algum tipo de entendimento, de construção política com a base e com parte da oposição, é salutar para ajudar neste momento", disse Jucá depois do encontro.

Daniel Pereira e Helayne Boaventura  (Colaborou Ricardo Allan)


 
A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010

A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
Leia mais
Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010

O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
Leia mais
Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010

O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
Leia mais
PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010

A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
Leia mais
Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010

A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
Leia mais
 
Copyright 2007