Deputado Federal Antônio Palocci
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Concorrência em pauta
O Globo
16/05/2010

Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo
21/03/2010

Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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Sobre Formigas e Cigarras
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Reforma do Estado e os
Municípios
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Dando a Volta por Cima
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Governo tenta acelerar votação
Correio Braziliense
06/09/2007

O governo planeja votar na próxima quinta-feira a Proposta de Emenda Constitucional que prorroga por mais quatro anos a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O presidente da comissão especial encarregada de apreciar a matéria, deputado Pedro Novais (PMBD-MA), informou ao Correio que o desafio agora é garantir quorum entre os aliados. "O prazo para emendas termina na segunda, o relatório deve ser lido na terça, alguém vai pedir vistas na quarta e votamos na quinta", disse.

Relator da PEC, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci (PT-SP) disse ter recebido poucas emendas ao texto original até aqui. Ele espera para a segunda-feira, último dia possível, uma enxurrada de propostas. Mas evita declarar se pretende acolher alguma ou encaminhar a votação conforme a vontade do Planalto, isto é, com a alíquota atual de 0,38% e sem qualquer partilha com governadores e prefeitos. "Ainda não escrevi o relatório, mas de alguma forma ele vai ter que refletir a posição da Câmara", despistou. Na Câmara, há todo tipo de proposta, da pura e simples extinção do tributo até sua transformação em permanente, em vez de provisório.

Na segunda das quatro sessões públicas previstas na comissão especial, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, voltou a ameaçar fazer um corte bilionário no Orçamento da União, caso o Congresso decida acabar com o imposto do cheque. "O governo tem gastos previstos. Se perder a receita com a qual faria essas despesas, é natural que as corte. Se não, a conta não fecha", declarou. Ao falar com os deputados, Bernardo usou um tom bem menos agressivo que seu colega, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que esteve na véspera na comissão especial.

Dificuldades
Bernardo levou carinho ao Congresso porque começam a surgir informações dando conta de que a votação na Câmara pode não ser tão fácil como acreditava o Planalto. Até então solícito, o PSDB avisou ter chegado a um consenso, segundo o qual os 58 deputados de sua bancada devem votar pelo fim da CPMF. "Não vamos fechar questão, mas votaremos todos juntos", confirmou o líder do partido, Antonio Carlos Pannunzio (SP). O tucano também respondeu à provocação feita na comissão especial pelo ministro do Planejamento — Bernardo dissera que a oposição deveria ajudar o governo a aprovar a CPMF, visto que o tributo foi criado na administração do PSDB. "Nós o criamos com a condição de ser provisório. Inclusive o presidente Fernando Henrique Cardoso prorrogou pela última vez como solução de continuidade, para que o novo governo tivesse tempo de fazer a reforma tributária sem perder arrecadação. Mas já se passaram seis anos e até agora nada de reforma."

Ugo Braga


 
A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010

A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010

O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010

O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010

A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010

A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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