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Concorrência em pauta
O Globo 16/05/2010
Nossa história econômica de décadas de alta inflação, crises do balanço de pagamentos e experiências erráticas dos sucessivos planos de estabilização criou, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a convicção de que a estabilidade econômica é um pressuposto básico para o crescimento de longo prazo. Hoje se consolida entre analistas e gestores públicos, ele avalia, uma nova convicção: o crescimento sustentável se relaciona também com a construção de instituições que regulem o funcionamento dos mercados gerando segurança e previsibilidade.
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Nova oportunidade para a América Latina
O Globo 21/03/2010
Num momento em que a recuperação da economia mundial se dá de maneira bastante diferenciada entre os países e nos diferentes continentes, a observação da rápida superação da crise e da retomada do crescimento em muitos dos países da América Latina mostra, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), uma oportunidade nova para o desenvolvimento e a tão acalentada integração da região.
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Revista destaca a atuação do deputado Istoé 20/08/2007
A volta de PALOCCI Presidente da Comissão de Finanças na Câmara, o ex-ministro planeja retomar as reformas tributária e da Previdência
 RUMO À RIBALTA O ex-ministro só aceita relatar a emenda da CPMF se for indicação de consenso
Na sala da presidência da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, uma lâmpada fluorescente com defeito passa o tempo todo acendendo e apagando. Ela cria um estranho cenário para o ocupante da sala: ora ilumina, ora sombreia o rosto do deputado Antônio Palocci (PTSP). Mas, para quem saiu dos holofotes do Ministério da Fazenda para as escuras acusações de usar o Estado para perseguir um caseiro, o lusco-fusco das câmeras pode ser entendido como a luz no fim do túnel. Palocci está ressurgindo para novamente se tornar referência do PT e do governo na área econômica. O hábito de caminhar com o presidente Lula de manhã no Palácio da Alvorada, por exemplo, foi retomado. Conversas por telefone também são freqüentes. Nos encontros mais recentes, Palocci usa a crise do mercado imobiliário americano para reforçar o acerto da sua condução moderada quando foi ministro da Fazenda e enfrentou as críticas quase diárias daqueles que queriam baixar os juros. “Se o Brasil não tivesse se estruturado e robustecido a sua economia, já tinha rodado, como nas crises anteriores”, defende Palocci. “É claro que uma crise como essa vai provocar reflexos e forçar ajustes”, avalia. “Mas fora essas oscilações nas Bolsas e no câmbio, que são naturais, o Brasil pode passar quase ileso por ela”, conclui.

Há três semanas, a coordenação política do governo avaliou que o nome de Palocci seria o mais indicado para relatar o projeto que prorroga a CPMF na Câmara. Na semana passada, o projeto passou pela Comissão de Constituição e Justiça. Coube ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), fazer o primeiro convite a Palocci para a tarefa. Palocci recusou. “Você já acertou isso com os outros partidos da base?”, perguntou. “Porque, se o PMDB quiser a tarefa, eu estou fora”, continuou. Uma semana depois, foi a vez de o líder do governo, José Múcio Monteiro (PTB-PE), reforçar o convite. Palocci insistiu: “Tem que medir primeiro com os outros partidos. Essas coisas implicam uma sintonia fina muito grande. Se vocês me indicam, e o PMDB quer o cargo, nós vamos arriscar o destino de quase 100 votos no plenário?” Se o nome de Palocci puder, ao final, surgir como consenso, dentro de uma solução negociada, ele aceita a tarefa. “Como ministro, eu já comprei muita briga, até porque era minha função comprá-las. Agora, não quero mais. Não é hora de brigar”, argumentou com José Múcio.
Uma das coisas que Palocci teme, caso se exponha num ambiente de disputa, é que se retomem os episódios que forçaram a sua saída do Ministério da Fazenda. Ele foi acusado pelo caseiro Francenildo Santos Costa de freqüentar a “República de Ribeirão”, mansão em Brasília onde ex-auxiliares de Palocci faziam reuniões de negócios e encontros menos republicanos. O ministro caiu depois que se tornaram públicos dados do sigilo bancário de uma conta bancária de Francenildo. A idéia era sugerir que ele tinha recebido dinheiro para fazer a denúncia. O que ficou foi a impressão de que Palocci tinha se valido de seus poderes para obter dados privados da conta de um cidadão em um banco estatal subordinado a ele. “Estou me defendendo nesses casos, mas é natural que essas coisas reapareçam se eu começar a me expor”, argumenta, nas conversas com os amigos.

O que Palocci vem fazendo, e, segundo ele, com prazer, é administrar a aprovação de projetos que, ele acredita, poderão conferir ao País um ambiente mais moderno para as transações empresariais e econômicas. O primeiro deles altera as normas de contabilidade brasileiras, adequandoas às regras internacionais. “Isso vai baratear o trabalho das empresas quando elas entram no mercado externo”, afirma. O segundo projeto cria o Cadastro Positivo. “Hoje, quando alguém busca crédito, só há um cadastro negativo, que informa se, em algum momento, a pessoa foi devedora. Agora, haverá um cadastro que, ao contrário, mostrará o quanto a pessoa é boa pagadora. Isso diminui o risco do crédito e baixa os juros do financiamento”, explica. O terceiro projeto sistematiza as regras de defesa da concorrência. E há, finalmente, o projeto que normatiza as agências reguladoras. O próximo passo de Palocci será, a partir da Comissão de Finanças e Tributação, retomar a discussão das reformas tributária e da Previdência. E, se depois disso surgir oportunidade de voltar ao Executivo, Palocci pode até pensar, mas levando em conta o sofrimento do passado: “Eu só não quero é me meter em bola dividida”, avisa aos amigos e aliados.
Rudolfo Lago
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A formalização da economia
Folha de S. Paulo
25/07/2010
A partir do final de 2003 iniciou-se uma importante inversão nos dados relativos à geração de empregos formais e informais, destaca o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Naquele ano, observa, a relação se inverteu e o Brasil passou a gerar mais empregos formais do que informais. No conjunto das ocupações, os dados do IBGE da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que, em 2008, os empregos formais já eram maioria, diferentemente do que ocorrera durante toda a década anterior, quando o trabalho sem carteira atingia em média 57% dos ocupados.
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Reformar para crescer
Folha de S. Paulo
27/06/2010
O tema das reformas voltará, segundo o deputado Antônio Palocci (PT-SP), a ocupar a pauta política no início do próximo ano. Para ele, é natural que seja assim: se não se fala nelas ao final de um governo, não se fala em outra coisa no início de um novo. Redesenhar instituições democráticas, aperfeiçoar marcos regulatórios, azeitar os mecanismos que melhorem o ambiente econômico é pauta que se renova a cada momento político.
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Crescimento de longo prazo
Folha de S. Paulo
30/05/2010
O equilíbrio das contas públicas, ao longo do tempo e em todos os continentes, tem se mostrado, ao fim e ao cabo, o ponto nevrálgico do equilíbrio econômico; precondição necessária, embora não suficiente, ao crescimento de longo prazo, avalia o deputado Antônio Palocci (PT-SP). Para ele, em geral, os governos cometem graves erros de cálculo nessa questão, incorrendo em custos sociais profundos e duradouros.
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PIB brasileiro deve expandir-se 7,10% em 2010, aponta Boletim Focus
Valor Online
23/08/2010
A economia brasileira deve ter crescimento de 7,10% neste ano, ligeiramente acima daquele previsto antes, de 7,09%. Os dados referem-se à mediana das expectativas de analistas de cem instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus.
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Desemprego cai para 7% em junho e é o menor desde 2002, mostra IBGE
Portal G1
22/07/2010
A taxa de desemprego caiu para 7% em junho, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. No mês anterior, maio, o índice havia sido de 7,5%. Em junho do ano passado, a taxa registrada foi de 8,1%.
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